Após a prova de doutoramento, o novo Doutor dirige-se à Sala dos Capelos para solicitar ao Reitor as insígnias doutorais: a Borla (pequeno chapéu que simboliza a inteligência) e o Capelo (pequena capa curta de seda e veludo que simboliza a ciência), ambos da cor correspondente à Faculdade que concedeu o grau académico. Esta cerimónia solene, designada por Imposição de Insígnias , conta com a presença de todos os Doutores da Universidade, que se apresentam com as insígnias.
A Capa e Batina ou traje académico, identificativo do estudante português, designa-se formalmente por "traje nacional". A "capa e batina" constitui-se como o uniforme que identifica inequivocamente o estudante de Portugal, pese embora existirem outros trajes, mas expressivos apenas de realidades locais.
Durante a sessão de recepção dos novos alunos da Universidade de Coimbra, o Núcleo de Estudantes de Direito da Associação Académica de Coimbra NED/AAC e o Núcleo de Estudantes deram o grito Grito Académico F.R.A (éfférreá) com quase 1000 alunos dentro de um auditório.
Embora seja desconhecido o nome do autor que inventou o grito académico F-R-A, sabe-se que foi criado na Academia de Coimbra com o objetivo de comemorar um momento de grande alegria pela comunidade académica. A sigla “F R A” que hoje não é compreendida e tida como sem significado, na verdade significa “Frente Revolucionária Académica” que era um grupo relevante na altura.
GRITO ACADÉMICO F-R-A:
Então malta, e para (nome da academia) não vai nada, nada, nada, nada?
- Tudo! (todos gritam)
Mas mesmo nada,nada,nada,nada?
- Tudo! (todos gritam)
Então, com toda a cagança, com toda a pujança, e todo o espírito Académico aqui vai um...
F. R. A!
- Frá! (todos gritam)
F. R. E. !
- Fré! (todos gritam)
F. R. I !
- Fri! (todos gritam)
F. R. O !
- Fró! (todos gritam)
F. R. U. (prolongar o É da letra F: "éééééf ", concluir com R.U: "ériu")
- Fru! (todos gritam)
(todos gritam) FRA, FRE, FRI, FRO, FRU!
ALIQUA, (a)liquá, (a)liquá (bis)
CHIRIBIRIBI-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ (bis)
HURRA, HURRA, HURRA !!
A Estória do Azulejo da Raposa da Universidade de Coimbra
"Andava tão comprimido, Mal podia respirar.
O ano estava perdido, e a raposa a espreitar"
Em linguagem estudantil em Coimbra “Apanhar a raposa” significa “chumbar”. Na Via Latina da Universidade de Coimbra , na entrada para a Faculdade de Direito, há um espaço onde os estudantes aguardavam para serem chamados para a prova final oral, esse espaço em frente da Sala 1 da FDUC é todo revestido por azulejos antigos com alguma variedade de desenhos, entre flores e animais. Num dos cantos desse espaço, existe um azulejo que representa uma raposa, que ficando mesmo em frente da porta da sala de aula, os alunos ali ficavam encostados esperando para que o seu nome fosse chamado para realizar a prova. Como muitos chumbavam nessa prova, e tinham estado encostados nesse canto onde está a raposa, começou a ser associada a má sorte do chumbo pelo contacto com o azulejo da raposa, e a raposa passou a ser sinónimo de reprovação.
Mais recentemente (1960), tornou-se moda dar 1 a 3 pontapés no azulejo da raposa antes de ir fazer um exame, simbolizando dar um pontapé nessa má sorte e assim ajudar a passar o exame. Estes atos comprometem a integridade do azulejo, que já com algumas décadas de pontapés encontra-se mais sujo do que todos os outros em volta. Também existem relatos que os estudantes após receber a nota negativa num exame, ao passar pela raposa, cuspiam o azulejo como forma de represália pelo chumbo.
A Universidade de Coimbra instalou 1812 painéis solares/fotovoltaicos em todos os edifícios do Polo 2 (Polo das Engenharias), que geram uma potência total de 430 kW. Os painéis foram instalados nos terraços dos edifícios de modo a não serem visíveis para não estragar a estética dos edifícios. Foi um investimento de 770 mil euros, que permite uma redução de 20% do consumo de energia elétrica da rede, calculado em 110 mil euros, que permite recuperar o total do investimento em 7 anos. Esta rede de uma fonte de energia renovável, permite gerar 700 mil Kwh (quilowatt-hora) por ano, e reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) em 182 toneladas por ano.
The University of Coimbra installed 1812 solar / photovoltaic panels in all buildings of Polo 2 (Polo das Engenharias), which generate a total power of 430 kW. The panels were installed on the buildings' terraces so that they were not visible so as not to spoil the aesthetics of the buildings. It was an investment of 770 thousand euros, which allows a reduction of 20% in the consumption of electricity from the network, estimated at 110 thousand euros, which allows to recover the total investment in 7 years. This network of a renewable energy source, allows to generate 700 thousand Kwh (kilowatt-hours) per year, and to reduce CO2 (carbon dioxide) emissions by 182 tons per year.
O Gabinete do Reitor é um serviço de apoio aos Órgãos de Governo da Universidade de Coimbra que visa assegurar uma articulação eficaz entre si e todas as entidades, internas e externas, que se relacionam com a Universidade de Coimbra. Os gabinetes da equipa reitoral ficam localizados na Ala de S. Pedro do Paço das Escolas no Polo 1.
Sala das Armas: a primeira linha de defesa real
A Sala das Armas, pertencente à ala real do antigo Paço, situa-se num lugar estratégico devido à proximidade dos quartos onde viviam os filhos dos reis. O espaço alberga as armas da extinta Guarda Real Académica, hoje utilizadas pelos Archeiros em cerimónias solenes da Universidade de Coimbra.
Weapons Room: the first real line of defense
The Sala das Armas, belonging to the royal wing of the old Palace, is located in a strategic place due to the proximity of the rooms where the children of the kings lived. The space houses the weapons of the extinct Guarda Real Académica, now used by Archers in solemn ceremonies at the University of Coimbra.
João Caraça iniciou a sua carreira profissional ao serviço da Junta de Energia Nuclear, ingressando nos quadros do Laboratório de Física e Engenharia Nuclear, em 1968, como assistente especialista de 2ª classe, mais tarde (1982) nomeado investigador principal do quadro de pessoal do Laboratório Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial, por Despacho publicado no Diário da República, 2ª série, nº 77/82 de 2 de abril. Manteve-se naquela Junta/LNETI até 1 de julho de 1978, data em que iniciou funções em «comissão de serviço» como Diretor do Serviço de Planeamento e Projectos da JNICT.
• Doutorado em Física Nuclear (Oxford) e Agregado em Física (Lisboa)
• Director do Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian
• Professor Catedrático Convidado (ISEG) onde coordena o Mestrado em Economia e Gestão de Ciência e Tecnologia
• Consultor para a Ciência do Presidente da República
• Colaborou na redacção de "Limites à Competição" (Publicações Europa-América, 1994)
Professor João Caraça (Presidente do Conselho Geral da Universidade de Coimbra) e o Professor Pedro Costa Gonçalves (Membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra) abrem a sessão sobre Empregabilidade dos Licenciados, Mestres e Doutores pela Universidade de Coimbra. https://www.facebook.com/JomirifeMedia/photos/a.776593962351478/2471133459564178/
Minerva era a deusa romana das artes, do comércio e da sabedoria. Também rege as estratégias de guerra, embora diferentemente de sua correspondente grega Atena, não seja associada diretamente às batalhas e guerras. A partir do século II a.C., os romanos equipararam-na à deusa Atena. Minerva faz parte da Tríade capitolina da antiga religião romana.
Minerva was the Roman goddess of the arts, commerce and wisdom. It also governs war strategies, although unlike its Greek counterpart Athena, it is not directly associated with battles and wars. From the 2nd century BC, the Romans equated her with the goddess Athena. Minerva is part of the Capitoline Triad of the ancient Roman religion.
Estátua de Minerva nas escadas de Minerva da Universidade de Coimbra.
Statue of Minerva in Minerva stairs of the University of Coimbra.
https://www.facebook.com/JomirifeMedia/photos/a.776593962351478/1307698849240984/
Rasganço - Tradição da última praxe de um aluno finalista da Universidade de Coimbra
O “rasganço” é uma tradição da Universidade de Coimbra, esta praxe significa o fim da vida académica, em estes alunos deixam para trás pedaços do seu traje, deixando assim pedaços da sua memória na Universidade. Aos rapazes, toda a sua roupa do traje académico é rasgado pelos colegas, com excepção dos colarinhos, punhos, gravata e capa. Às raparigas, também se rasga a roupa excepto os colarinhos, punhos, laço ou gravata e capa, a capa não pode ser rasgada a ninguém. Esta praxe é feita no acto de formatura do estudante, que vai devidamente trajado e leva a pasta com as fitas, e no final, se o resultado for positivo, os colegas e amigos rasgam as suas vestes. Porque com a Praxe do "rasganço" chega ao fim não só o curso universitário, mas também uma vivência da juventude apenas possível em Coimbra, pois "Coimbra tem mais encanto na hora da despedida" para aqueles que viveram intensamente Coimbra e a vida académica que apenas Coimbra proporciona.
Tearing - The final practice of a finalist student at the University of Coimbra
The "rasganço" is a tradition of the University of Coimbra, this practice means the end of academic life, in these students leave behind pieces of their costume, thus leaving pieces of their memory at the University. For boys, all their academic clothes are torn by their colleagues, with the exception of collars, cuffs, ties and capes. For girls, clothing is also ripped apart from collars, cuffs, tie or tie and cape, the cape cannot be torn to anyone. This practice is done at the graduation ceremony of the student, who goes properly dressed and takes the folder with the tapes, and in the end, if the result is positive, colleagues and friends tear their clothes. Because with the "rasganço" praxis, not only the university course, but also a youth experience only possible in Coimbra comes to an end, because "Coimbra has more charm at the time of farewell" for those who lived intensely Coimbra and the academic life that only Coimbra provides.
Panorâmica das Escadas Monumentais da Universidade de Coimbra no Polo 1
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