Primeiro Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC) de 1914.
O Boletim da Faculdade de Direito é uma revista centenária e uma das mais antigas publicações vivas de Direito em Portugal, tendo iniciado a sua publicação em 1914, tendo este livro mais de 107 anos. Esta série centenária de publicações surge do trabalho de investigação na área do Direito pela respetiva faculdade, que está aberto à comunidade jurídica nacional e internacional.
Após a prova de doutoramento, o novo Doutor dirige-se à Sala dos Capelos para solicitar ao Reitor as insígnias doutorais: a Borla (pequeno chapéu que simboliza a inteligência) e o Capelo (pequena capa curta de seda e veludo que simboliza a ciência), ambos da cor correspondente à Faculdade que concedeu o grau académico. Esta cerimónia solene, designada por Imposição de Insígnias , conta com a presença de todos os Doutores da Universidade, que se apresentam com as insígnias.
Gravação de um intervalo de tempo no pátio da Universidade de Coimbra, que mostra os alunos e turistas a caminhar no patio de uma lado para o outro, entre a Porta Férrea e a Faculdade de Direito da Universidade no Polo 1.
Recording of a timelapse in the courtyard of the University of Coimbra, which shows students and tourists walking in the patium from one side to another, between the Iron Gate and the Faculty of Law of the University at Campus 1.
• Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC)
• Professor da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada
• Presidente do Ius Gentium Conimbrigae - Centro de Direitos Humanos (IGC)
• Deputado do Parlamento Europeu (2009-2014)
• Deputado da Assembleia da República de Portugal (1996-1997)
• Juiz do Tribunal Constitucional de Portugal (1983-1989)
Gravação de intervenção de Vital Moreira - Antigo Deputado do Parlamento Europeu, Presidente do Centro de Estudos de Direito Público e Regulação, Membro do Conselho European Master's Degree in Human Rights and Democratization. Presidente do CEDIPRE.
Vital Moreira (Deputado do Parlamento Europeu, Presidente do Centro de Estudos de Direito Público e Regulação, Membro do Conselho European Master's Degree in Human Rights and Democratization. Presidente do CEDIPRE), participou no Seminário «As Taxas das Autarquias Locais», moderando a mesa sobre o tema «O peso da receita tributária das taxas e das contribuições financeiras nos orçamentos municipais e os critérios políticos para a escolha dos factos tributários». https://www.youtube.com/watch?v=nGUMVpxVDeI
Vital Martins Moreira a dar uma aula na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
O Prof. Doutor João Pacheco de Amorim é Doutor em Direito Público pela Faculdade de Direito de Coimbra (2005) e Professor da Faculdade de Direito do Porto desde 1997, onde rege actualmente as disciplinas de Direito Económico e Contratos Públicos (licenciatura); lecciona ainda na Faculdade de Economia do Porto e na Escola de Gestão do Porto, em regime de colaboração, disciplinas jurídicas na área do direito administrativo da economia em diversos cursos de mestrado e pós-graduações. Participou como orador em múltiplos seminários realizados no Porto, Coimbra e Lisboa e no estrangeiro sobre o Código dos Contratos Públicos, a Lei das Empresas Municipais e a Reforma do Contencioso Administrativo, entre outros temas. Dispõe de extensa obra publicada, em matérias de Direito Administrativo, Direito Constitucional e Direito Económico. É Advogado Especialista em Direito Administrativo (título da Ordem dos Advogados), dedicando-se também à arbitragem administrativa. É investigador do Centro de Investigação Jurídico-Económica (CIJE) da Faculdade de Direito da Universidade do Porto desde 1998.
fonte: https://cije.up.pt/pt/client/skins/geral.php?id=231
Currículo
• Vice-Reitor da Universidade de Coimbra para as Relações Internacionais
• Sub Diretor da Academia Sino-Lusófona da Universidade de Coimbra
• Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra (FDUC)
• Diretor Executivo da Direção do Instituto Jurídico da Comunicação (IJC)
• Vogal da Direção da Associação de Direito e Economia Europeia (ADEE)
A Capa e Batina ou traje académico, identificativo do estudante português, designa-se formalmente por "traje nacional". A "capa e batina" constitui-se como o uniforme que identifica inequivocamente o estudante de Portugal, pese embora existirem outros trajes, mas expressivos apenas de realidades locais.
Durante a sessão de recepção dos novos alunos da Universidade de Coimbra, o Núcleo de Estudantes de Direito da Associação Académica de Coimbra NED/AAC e o Núcleo de Estudantes deram o grito Grito Académico F.R.A (éfférreá) com quase 1000 alunos dentro de um auditório.
Embora seja desconhecido o nome do autor que inventou o grito académico F-R-A, sabe-se que foi criado na Academia de Coimbra com o objetivo de comemorar um momento de grande alegria pela comunidade académica. A sigla “F R A” que hoje não é compreendida e tida como sem significado, na verdade significa “Frente Revolucionária Académica” que era um grupo relevante na altura.
GRITO ACADÉMICO F-R-A:
Então malta, e para (nome da academia) não vai nada, nada, nada, nada?
- Tudo! (todos gritam)
Mas mesmo nada,nada,nada,nada?
- Tudo! (todos gritam)
Então, com toda a cagança, com toda a pujança, e todo o espírito Académico aqui vai um...
F. R. A!
- Frá! (todos gritam)
F. R. E. !
- Fré! (todos gritam)
F. R. I !
- Fri! (todos gritam)
F. R. O !
- Fró! (todos gritam)
F. R. U. (prolongar o É da letra F: "éééééf ", concluir com R.U: "ériu")
- Fru! (todos gritam)
(todos gritam) FRA, FRE, FRI, FRO, FRU!
ALIQUA, (a)liquá, (a)liquá (bis)
CHIRIBIRIBI-TÁ-TÁ-TÁ-TÁ (bis)
HURRA, HURRA, HURRA !!
A Estória do Azulejo da Raposa da Universidade de Coimbra
"Andava tão comprimido, Mal podia respirar.
O ano estava perdido, e a raposa a espreitar"
Em linguagem estudantil em Coimbra “Apanhar a raposa” significa “chumbar”. Na Via Latina da Universidade de Coimbra , na entrada para a Faculdade de Direito, há um espaço onde os estudantes aguardavam para serem chamados para a prova final oral, esse espaço em frente da Sala 1 da FDUC é todo revestido por azulejos antigos com alguma variedade de desenhos, entre flores e animais. Num dos cantos desse espaço, existe um azulejo que representa uma raposa, que ficando mesmo em frente da porta da sala de aula, os alunos ali ficavam encostados esperando para que o seu nome fosse chamado para realizar a prova. Como muitos chumbavam nessa prova, e tinham estado encostados nesse canto onde está a raposa, começou a ser associada a má sorte do chumbo pelo contacto com o azulejo da raposa, e a raposa passou a ser sinónimo de reprovação.
Mais recentemente (1960), tornou-se moda dar 1 a 3 pontapés no azulejo da raposa antes de ir fazer um exame, simbolizando dar um pontapé nessa má sorte e assim ajudar a passar o exame. Estes atos comprometem a integridade do azulejo, que já com algumas décadas de pontapés encontra-se mais sujo do que todos os outros em volta. Também existem relatos que os estudantes após receber a nota negativa num exame, ao passar pela raposa, cuspiam o azulejo como forma de represália pelo chumbo.
A Universidade de Coimbra instalou 1812 painéis solares/fotovoltaicos em todos os edifícios do Polo 2 (Polo das Engenharias), que geram uma potência total de 430 kW. Os painéis foram instalados nos terraços dos edifícios de modo a não serem visíveis para não estragar a estética dos edifícios. Foi um investimento de 770 mil euros, que permite uma redução de 20% do consumo de energia elétrica da rede, calculado em 110 mil euros, que permite recuperar o total do investimento em 7 anos. Esta rede de uma fonte de energia renovável, permite gerar 700 mil Kwh (quilowatt-hora) por ano, e reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) em 182 toneladas por ano.
The University of Coimbra installed 1812 solar / photovoltaic panels in all buildings of Polo 2 (Polo das Engenharias), which generate a total power of 430 kW. The panels were installed on the buildings' terraces so that they were not visible so as not to spoil the aesthetics of the buildings. It was an investment of 770 thousand euros, which allows a reduction of 20% in the consumption of electricity from the network, estimated at 110 thousand euros, which allows to recover the total investment in 7 years. This network of a renewable energy source, allows to generate 700 thousand Kwh (kilowatt-hours) per year, and to reduce CO2 (carbon dioxide) emissions by 182 tons per year.
A Biblioteca Joanina é uma biblioteca do século XVIII situada no Paço das Escolas da Universidade de Coimbra, no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Apresenta um estilo marcadamente barroco, sendo reconhecida com uma das mais originais e espectaculares bibliotecas barrocas europeias. Além de local de pesquisa de muitos estudiosos, o espaço é ainda frequentemente utilizado para concertos, exposições e outras manifestações culturais.
The Joanina Library is an 18th century library located in the Paço das Escolas of the University of Coimbra, in the courtyard of the Faculty of Law of the University of Coimbra. It presents a markedly Baroque style, being recognized as one of the most original and spectacular European Baroque libraries. In addition to the research location of many scholars, the space is still frequently used for concerts, exhibitions and other cultural events.
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Biblioteca Joanina no Paço das Escolas da Universidade de Coimbra.
Baroque Library in the Palace of the Schools of the University of Coimbra.
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Estátua de D. João III e Biblioteca Joanina na Universidade de Coimbra.
Statue of King John III and Baroque Library at the University of Coimbra.
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