18-135 mm zoom lens using STM technology (Stepper Motor technology) design to be quieter and smoother that allows for silent focusing during video recording and dynamic image stabilization to reduce vibrations.
A lente zoom de 18 a 135 mm, usando tecnologia STM, desenhada para ser mais silenciosa e suave, permitindo focagem silenciosa durante a gravação de vídeo e estabilização dinâmica de imagem para reduzir vibrações.
Para obter fotografias boas em modo manual com a sua câmara DSLR precisa de dominar o conhecimento sobre Abertura da lente, Velocidade do obturador e o ISO, se dominar estas três características da sua máquina fotográfica, então conseguirá sempre um bom resultado no que pretende da sua fotografia.
Estas três características provocam efeitos positivos ou negativos, cabe a si compreender como funciona cada uma delas, as suas vantagens e desvantagens, e conjugar a configuração das mesmas para obter a fotografia que pretende criar e tornando das suas fotografias mais criativas.
Abertura da lente
É a abertura que a lente terá para deixar entrar a luz para o sensor enquanto a fotografia é disparada. A esta abertura é atribuído um valor de "f". Um valor de f menor significa que a abertura é maior, uma valor de f maior significa uma abertura menor. quando a abertura da lente é maior (valor de f pequeno) mais luz entra ao tirar a fotografia, e quando a abertura é pequena (valor de f grande) menos luz entra, isto irá afectar o resultado da fotografia em relação à luminosidade. Também desta forma poderá conseguir diferentes profundidades de campo, porque conseguirá limitar a distância focada do elemento que pretende ter focado. Se estiver a tirar um retrato de uma pessoa com um valor de f pequeno (grande abertura) terá a cara da pessoa focada e tudo o que está para trás ou para a frente desse ponto estará muito desfocado, mas se tirar a mesma fotografia com um valor de f grande (pequena abertura) o resultado é que terá a cara da pessoa focada mas o fundo do que está para trás da pessoa não estará tão desfocado, podendo tirar a atenção do rosto.
Velocidade do obturador
O obturador é um dispositivo mecânico que abre e fecha para deixar entrar a luz que será registada pelo sensor. Então a velocidade do obturador é o tempo que esse mecanismo se mantêm aberto para recolher a luz. Esse tempo poderá ir de milisegundos, alguns segundos, ou mesmo longos segundos, tudo depende da quantidade de luz que pretende absorver ou do efeito que pretende criar. Se a velocidade for muito reduzida, pouca luz entra e a sua fotografia ficará mais escura, se a velocidade for grande, muita luz entra e a sua fotografia ficará muito clara, dependendo da quantidade de luz do local onde está a fotografar. Também se tirar uma fotografia com uma velocidade elevada de um elemento em movimento, a fotografia ficará com o movimento blur (arrastar) do elemento que se move, mas se a velocidade for muito pequena, poderá conseguir congelar uma fotografia desse mesmo elemento em movimento, mesmo que o elemento se mova a grande velocidade. Quando a velocidade utilizada é elevada (mesmo por mais pequena que ache) deverá utilizar um tripé para registar essa fotografia, porque o mínimo movimento da máquina poderá estragar toda a fotografia.
ISO
ISO é a sensibilidade da luz para a sua imagem. Um valor de ISO pequeno criará uma fotografia mais escura, enquanto um valor de ISO mais elevado criará uma fotografia mais clara. Normalmente um valor de ISO reduzido será ideal para as suas fotografias, um valor elevado de ISO poderá criar ruído/grão para a sua imagem. Mas por vezes poderá precisar de valores elevados de ISO para aumentar o brilho da sua fotografia entre outros pormenores.
No âmbito das comemorações do 131º aniversário da elevação da Figueira da Foz a cidade, foi realizada uma exposição coletiva de fotografia sobre a Figueira da Foz intitulada "Figueira da Foz, aqui sou feliz", 20 autores com 20 olhares diferentes sobre a cidade que os fazem feliz.
Algumas fotografias mais artísticas, outras com mais sentimento, mas cada uma delas com uma visão excepcional que faz a Figueira da Foz umas das cidades mais bonitas de Portugal. A exposição estará aberta ao público de 20 de Setembro a 20 de Outubro de 2013 no 1º piso do Mercado Municipal Engº Silva, com entrada gratuita.
O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, responsáveis pela divisão da cultura e outros convidados especiais, tiveram a honra de nos presenciar na inauguração da exposição, podendo ver cada um dos trabalhos com a explicação pessoal do autor de cada fotografia.
Mauro Correia foi o homem que em colaboração com o https://www.facebook.com/figueiradafoz fez isto acontecer e juntou os 20 olhares que pertencem a: Bianca Nerlich, Celso Silva, Cíntia Sofia, Filipe Brás, Jaime Albarino, João Silva, Jorge Ribeiro, José Alberto Ferreira, Luís Cavaleiro, Luis Pessoa, Nestor Santos, Miguel Madureira, Paulo Madureira, Pedro Cruz, Pedro Martins, Rui Paulo Gonçalves, Rui Santos, Sérgio Vieira, Susana Cardoso, Susana Monteiro. A quem deixo um muito obrigado :)
Inauguração da Exposição
Vídeo reportagem do dia de inauguração da exposição
2013/09/12 - Jornal - Diário de Coimbra "Coletiva de fotografia partiu da iniciativa da página do facebook" https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151556187410947
2013/09/16 - Website - Pedro Agostinho Cruz "O meu contributo para a exposição" http://pedrojoseagostinhodacruz.blogspot.pt/2013/09/o-meu-contributo-para-exposicao.html
2013/09/16 - Outra margem "Vai ser inaugurada sexta-feira" http://outramargem-visor.blogspot.pt/2013/09/aqui-sou-feliz.html
2013/09/18 - Facebook - Pedro Agostinho Cruz "Começaram os preparativos para a exposição colectiva de Fotografia" https://www.facebook.com/photo.php?fbid=688478671180407
2013/09/18 - Vídeo - Jomirife "Montagem da exposição" https://www.facebook.com/photo.php?v=3436886778773
2013/09/18 - Website - APAF: Associação Portuguesa de Arte Fotográfica "Na Figueira da Foz" http://associacaoportuguesadeartefotografica.wordpress.com/2013/09/18/na-figueira-da-foz/
2013/09/19 - Vídeo - Pedro Cruz "Entrevistas" http://vimeo.com/74947054
2013/09/20 - Website - Marcha do vapor "Esta manhã foi inaugurada" http://marchadovapor.blogspot.pt/2013/09/figueira-da-fozaqui-sou-feliz_20.html
2013/09/20 - Vídeo - Figueira na Hora "João Ataíde e Mauro Correia comentam a exposição" http://www.youtube.com/watch?v=Ej3ALkluyS8
2013/09/20 - Website - WherEvent "Exposição de fotografia" http://www.wherevent.com/detail/Figueira-da-Foz-Figueira-da-Foz-Aqui-Sou-Feliz-Exposicao-Coletiva-de-Fotografia
2013/09/21 - Website - Diário de Coimbra "Exposição de fotografia mostra beleza da Figueira" http://www.diariocoimbra.pt/noticias/exposicao-de-fotografia-mostra-beleza-da-figueira
2013/09/21 - Jornal - Diário de Coimbra "Exposição de fotografia mostra beleza da Figueira" https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151582507195947
2013/09/21 - Jornal: As Beiras https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10151572535805947
As tecnologias e os mercados que usam continuam a crescer, mas a comparação é ainda muito como maçãs e laranjas: ambos podem ser boas. Os sensores de imagem CCD (Charge Coupled Device) e CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor) são duas tecnologias diferentes para capturar imagens digitalmente. Cada um tem pontos fortes e pontos fracos, dando vantagens em diferentes aplicações. Um não é categoricamente superior ao outro, embora os vendedores que vendem somente uma tecnologia têm geralmente dizem o contrário. Nos últimos cinco anos muita coisa mudou com as duas tecnologias, e muitas projeções sobre o desaparecimento ou ascendência de qualquer um tem sido provado ser falso. A situação atual e perspectivas para as duas tecnologias é vibrante, mas existe um novo quadro para considerar os pontos fortes e oportunidades de imagens CCD e CMOS.
Ambos os tipos de geradores de imagem convertem a luz em carga elétrica e processá-la em sinais electrónicos. Nm sensor CCD, cada pixel é transferido através de um número muito limitado de nós de saída (muitas vezes apenas um) para ser convertido em tensão, passa pelo buffer, e enviado para fora do chip como um sinal analógico. Todo o pixel pode ser criado pela captura de luz, e assim a imagem de saída (um fator-chave para a qualidade da imagem) é alta. Num sensor CMOS, cada pixel tem a sua conversão de carga para voltagem, e muitas vezes também o sensor inclui amplificadores, ruído-correção, e circuitos de digitalização, de modo que o chip crie bits digitais. Essas outras funções aumentam a complexidade do projeto e reduzem a área disponível para a captura de luz. Com cada pixel a fazer a sua própria conversão, a uniformidade é mais baixa. Mas o chip pode ser construído para exigir menos um circuito do chip para a operação básica.