Mostrar mensagens com a etiqueta publicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta publicidade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Marketing Digital: Segmentação e Privacidade

Blog Post: Marketing Digital - Segmentação e Privacidade

 Falando de Marketing digital, a segmentação e a privacidade são elementos que cada vez mais vão um contra o outro. No mundo do marketing, segmentar um mercado é dividi-lo em vários grupos para lhes chegar mas eficientemente, para isso precisamos de conhecer todo o mercado, e tendo essa informação começar a atribuir determinadas características sobre cada um dos grupos para atribuir as características que os definem, assim teremos os diversos segmentos que possibilitam conhecer o nosso público alvo. Essas características podem ser as mais variadas, na verdade toda a informação é útil e registada, sendo analisada no momento ou registada para futuro processamento. Aí entramos na privacidade, porque para estamos a guardar informação sobre os segmentos sem mesmo estes saberem que isso é feito, muitas das vezes é informação que os clientes/utilizadores não estariam dispostos a que ficasse registado. Mas na ótica de um marketeer toda a informação, e o máximo de informação é importante e essencial, dessa forma poderá ser mais fácil atingir um público alvo específico para um produto.

No processo de segmentação existem quatro etapas:
1 - Critérios de segmentação: Critérios geográficos, demográficos, económicos e sociais. Conhecer a reacção do consumidor face ao produto, a sua reacção, valor disposto a pagar, quantidade que possa interessar, e a regularidade com que estaria interessado em adquirir o produto.
2 - Características de cada segmento;
3 - Escolher os segmentos de mais interesse para o produto;
4 - Política de marketing face ao respectivo produto.

Para que a segmentação seja mais filtrada e eficiente, existe por vezes violação da privacidade, mas as grandes empresas cada vez mais criam campanhas que fazem com que o cliente/utilizador ceda essas informações de livre e espontânea vontade.

A evolução da tecnologia da informação veio alterar e também facilitar a aquisição de informação pessoal útil para a segmentação. As redes sociais são os sítios onde isso acontece de forma mais directa e o Facebook é das maiores empresas na Internet que gere uma enormíssima quantidade de informação privada, que utiliza para direccionar com grande eficiências os produtos que pretende fazer chegar a cada utilizador, onde as empresas vão buscar a informação para direccionar as suas campanhas de marketing.

Na era das Novas Tecnologias Digitais, Segmentação e Privacidade, andam muito juntas.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Publicidade na web está a voltar a ficar intrusiva?


Nos últimos 10 anos têm se vindo a notar que a publicidade na web, cada vez mais se tenta "misturar" com os conteúdos e estrutura dos respectivos sites, para que assim não "assuste" o utilizador do site. Sendo aplicadas sobre determinadas regras de modo a ficar do agrado de qualquer utilizador. Mas no último mês, tenho vindo a reparar que as regras têm vindo a ser quebradas de várias formas e que o objectivo está a ser... "obrigar o utilizador a ver a publicidade de qualquer maneira".

No portal da sapo, a publicidade é bem gerida e organizada, mas como este post é sobre publicidade intrusiva vou mostrar uma situação que me aconteceu recentemente que me chamou a atenção porque me incomodou.


Hoje mesmo, ao abrir o e-mail do "hotmail" algo diferente aconteceu: Tive que ver uma publicidade antes de poder utilizar o e-mail. Mas nem é um tipo de publicidade "over-the-page", sou mesmo obrigado a ver o vídeo sem nada poder fazer. Uma abordagem muito estranha para o hotmail.




Este seguinte exemplo, já não considero intrusivo apenas se por curto:
A publicidades em vídeo antes de assistir ao vídeo que o utilizador quer, é um tipo de publicidade está cada vez mais a ser utilizado, sou a favor deste tipo de publicidade, mas o tamanho destas publicidades deveria depender do tamanho do video que realmente queremos ver. O formato de "spot's publicitários" de 30 segundos é muito utilizado principalmente nos EUA, e esses vídeos são também utilizados na web. Mas 30 segundos é demasiado tempo, eu acho que 10 segundo deveriam ser o máximo para quem apenas está a tentar ver um outro vídeo. Por isso defendo que quanto maior for o vídeo que realmente queremos ver, maior poderia ser a publicidade, porque quando a publicidade é muito grande... o utilizador começa a não gostar, e assim torna-se intrusiva.
O YouTube já usa o método de durante o vídeo têm vários pontos de publicidade, que interrompe o vídeo original para mostrar as publicidades. Sites de programas como o Tonight Show usa o método de exibir um vídeo publicitário antes de abrir o vídeo que realmente queremos ver, neste caso, são pequenos vídeos às vezes de 1 minuto mas que a publicidade é de 30 segundos, o que é muito tempo nesse caso.
A nível nacional, a SIC também utiliza esta maneira de ver uma publicidade antes do vídeo iniciar, dando mesmo a possibilidade de ver listas de reprodução de muitos vídeos seguidos, em que entre cada um deles é exibida a publicidade. Gosto deste modelo, acho que é eficaz, e não incomoda se as publicidades forem muito curtas.