sábado, 7 de dezembro de 2013

Estudo da Comunicação: O Discurso Publicitário e a Persuasão Publicitária

Blog Post: Estudo da Comunicação: O Discurso Publicitário e a Persuasão Publicitária

Índice
1. Introdução
2. Discurso Publicitário
3. Persuasão na Publicidade
    3.1. Provas concretas
    3.2. Argumento de autoridade
    3.3. Testemunho autorizado
    3.4. Axioma
    3.5. A escolha das palavras não pode ser “neutra”
    3.6. Argumentação lógica, pragmática
4. Caso de Estudo
    4.1. Cristiano Ronaldo
    4.2. Campanha Publicitaria BES


1. Introdução

A publicidade enquanto uma prática social persuasiva, que procura o condicionamento do homem a um determinado fazer, organiza seus textos principalmente através de imagens, sons e de textos, entre os quais circulam sentidos determinados. Assim, podemos dizer que o texto publicitário é formulado a partir de textos verbais (escritos ou falados) e não-verbais (imagens, sons, cheiros, texturas), sendo que tal característica permite que seja considerado como um texto multimodal que combina diferentes códigos semióticos. De forma geral, todo o tipo de comunicação social é multimodal, ou seja, uma combinação de gestos, falas, cores, cheiros e posturas.

Uma situação de comunicação exige que seus participantes elaborem os seus textos da maneira mais compreensível em contextos determinados, assim, os argumentos e modos de dizer são seleccionados para que os sentidos depreendidos pelo leitor, a partir do texto, sejam o mais próximo possível daqueles que partiram da mente do autor. Se esta é uma situação convencional em todos os textos que circulam no dia-a-dia, é possível indicar que essa selecção de elementos e argumentos é ainda mais perceptível em textos publicitários, já que, além de uma compreensão, procuram também uma persuasão.

Como mensagem, que coloca seres humanos numa relação de comunicação, ainda que não face-a-face, o texto publicitário exige, além de uma compreensão, também a sedução do leitor. É por esse motivo que os elementos verbais e não-verbais, dispostos nos anúncios publicitários, são permeados de estratégias de persuasão, que na maioria das vezes passam despercebidos pelo leitor/consumidor.


2. Discurso Publicitário

Ninguém pode negar o importante papel desempenhado pela publicidade no seio da sociedade actual. Nota-se, cada vez mais, que a publicidade é um meio fundamental para disseminar ideologias e comportamentos, servindo-se muitas vezes, de alguns sentimentos como forma de manipular o público-alvo. Considerando que a publicidade visa a influenciar os consumidores no sentido da aquisição do produto, espera-se que ela reflicta as tendências do momento e os sistemas de valores da sociedade, instalando-se uma química entre o desejo e a satisfação que cada acto de consumo vem pôr em movimento.

“A vida quotidiana é a realidade fundamental e eminente do homem. É o âmbito da realidade que está pressuposto e o senso comum, que experimentamos como inquestionável. Um mundo social e cultural familiar que cada um de nós supõe ordenado e coerente, compartido e intersubjectivo, e que nos permite actuar e conviver com os nossos semelhantes. Um mundo pleno de sentidos e modelos, que modificamos mediante os nossos actos e que também condiciona e redirecciona as nossas acções” (SCHUTZ; LUCKMAN, 2001).

O discurso publicitário está entranhado na vida quotidiana. Forma de expressão do homem no seu quotidiano, o discurso publicitário coloca em evidência estereótipos, modelos, representações e identidades. Mostra também desejos e necessidades, criadas ou não por questões de mercado, relacionadas com o consumo e a inserção do homem na sociedade. Comprova divisões sociais, comportamentos, valores e regras de convívio em grupo. É um discurso que visa em conciliar o desejo de ter e o desejo de ser, sempre mais. O discurso publicitário mostra-se eficaz quando leva ao consumo, seja de um conceito, marca ou de um estilo de vida traduzido num produto ou serviço.

O futuro é o momento economicamente desejado e sempre o mencionado ou sugerido. Muitas das vezes, no mundo dos anúncios, utilizam-se termos como “evolução”, “novo”, “futuro”, “amanhã” etc. No entanto, estes termos referem-se a produtos que já se encontram à disposição do consumidor. Mesmo quando se refere ao passado, no discurso vincula-se ao presente. O futuro presentifica-se e o presente prolonga-se.
A publicidade fala-nos sobre o que pensamos ser a felicidade, o bem-estar, o prazer, o sucesso, o quotidiano, etc. A publicidade conta-nos também sobre os nossos estilos de vida idealizados, os nossos padrões de beleza e conduta, a nossa percepção do mundo ideal, onde todos vendem, todos consomem e são felizes por isso.

Uma das principais características do discurso publicitário, e que marca também as suas formas de apreensão, é a explicitação de seu objectivo: fomentar o consumo. O discurso publicitário é persuasivo e procura o convencimento. Tem carácter ideológico, subjectivo e procura atingir a vontade e o sentimento do receptor, e claro, procura também a sua adesão. Persuadir encontra-se no domínio do emotivo. Trata-se de um discurso comandado por um conjunto de normas calcadas na retórica, aqui entendida como fonte de elementos amplificadores da sua força argumentativa.

“No capítulo III de sua Arte retórica, Aristóteles afirma que existem três géneros da retórica: o deliberativo, o judiciário e o demonstrativo. 
No género deliberativo, aconselha-se ou desaconselha-se sobre uma questão de interesse particular ou público. O judiciário comporta a acusação e a defesa. O demonstrativo abrange o elogio e a censura. E cada um deles tem por objectivo uma parte do tempo que lhe é próprio: Deliberativo – futuro – delibera aconselhando para uma acção futura.” (ROCHA,1995)

Conforme esta classificação, o texto publicitário tem dominância deliberativa. Aconselha o receptor a julgar favoravelmente um produto, serviço ou marca no instante da recepção para gerar vendas no futuro. Trabalha-se, então, dentro de duas temporalidades que se “entelham” e determinam o impacto que estes discursos podem gerar. A construção dos horizontes de compreensão, dos mundos possíveis da publicidade dá-se de forma estratégica e é fruto de uma cuidadosa elaboração cujas palavras e significados são escolhidos de forma consciente já que o uso de determinados termos pode criar diferentes reacções emotivas no receptor. A narrativa publicitária, imperativa, está centrada no receptor, no seu modo de vida e com o objectivo de criar intimidade simula uma espécie de diálogo que traz um “você” implícito. A proximidade é marcada por um tom coloquial, que procura uma possível identificação de quem fala com quem entra em contacto com a mensagem. A narrativa publicitária tem como objectivo engrandecer o produto, marca ou serviço e torna-lo para o receptor numa ilusão da identidade

[...] o consumo pode ser visto como operador, gerenciando a distribuição de valores (sensualidade, poder, saber, bom gosto, cultura, sofisticação, beleza e outros tantos) que classificam e posicionam grupos e objectos no interior da ordem social. A publicidade – enquanto narrativa do consumo – estabelece uma cumplicidade entre a esfera da produção com sua serialidade, impessoalidade e sequencialidade e a esfera do consumo com sua emotividade, significação e humanidade.
[...] Ela é o território do simbólico (ROCHA, 1995).

Por serem relatos da vida contemporânea, as narrativas publicitárias são imediatamente reconhecidas pela audiência como histórias possíveis. O ponto principal destas narrativas pode ser caracterizado pelas imagens de felicidade, de prazer, de bem-estar e de sucesso. Estes são os núcleos nos quais se organizam as acções que vão levar ao consumo. Mesmo que a narrativa comece com a apresentação de um conflito ou situação de um problema a ser resolvido, o produto, serviço ou marca encarregar-se-á de restabelecer a ordem, reorganizando a realidade, trazendo de volta o equilíbrio. Portanto não há na publicidade histórias sem finais felizes, ao contrário, por exemplo, do jornalismo. É aqui que reside a magia da publicidade: todo o possível e o impossível realiza-se para levar o público-alvo à felicidade, ainda que simulada.


3. Persuasão na Publicidade

A historieta de Calvin e de Bill Watterson, ilustra bem o assunto em questão: a persuasão. No caso, para levar Calvin a comer o alimento que está no prato, o pai afirma tratar-se de um resíduo nuclear capaz de produzir alterações genéticas em quem o ingerir. Para atingir o seu objectivo, o pai utiliza uma estratégia persuasiva, de uma estratégia argumentativa que se mostra eficaz, uma vez que Calvin ingere toda a comida rapidamente. A historieta demonstra também que em todos os momentos precisamos ou somos levados a tentar convencer outras pessoas para agirem de acordo com aquilo que desejamos. Persuadir significa então, influenciar o outro a agir de acordo com o nosso desejo. 

Embora não se consiga fazer uma nítida distinção entre os termos, convencer e persuadir, vistos como sinónimos, é possível estabelecer uma distinção entre os dois actos. O primeiro identifica-se unicamente com a razão, alicerçando-se num raciocínio lógico representado por meio de provas objectivas, enquanto o segundo dirige-se à vontade, ao sentimento do interlocutor (ou interlocutores), por meio de argumentos plausíveis, isto é, semelhante à verdade.

O acto de convencer seria capaz de atingir um “auditório universal” devido ao seu carácter demonstrativo, objectivo e intemporal, e, nesse caso, as conclusões decorreriam naturalmente das afirmações iniciais, como é próprio do raciocínio matemático ou dedutivo. Já o acto de persuadir tem como alvo um “auditório particular” e caracteriza-se por ser ideológico, subjectivo e temporal. Convencer conduz a certezas, persuadir suscita sugestões que podem levar o auditório (o leitor/ouvinte, o consumidor), ou parte dele, à adesão dos argumentos apresentados. Considerando tal definição, podemos encontrar na história de Calvin uma clara estratégia persuasiva, na medida em que o pai utilizou uma estratégia específica para seu filho, num momento também específico. Uma outra estratégia, mais racional, demonstrativa, objectiva, seria a de mostrar a importância dos alimentos, que contem vitaminas e são essenciais para um crescimento saudável do ser humano, etc. No entanto, por se tratar de uma criança, a estratégia adoptada é sem dúvida a mais eficaz, ainda que a mãe demonstre não concordar inteiramente com o método.

Outro aspecto importante, que caracteriza o discurso persuasivo, é a necessidade da liberdade de expressão e de escolha. Afinal, se não há outro caminho a seguir não haverá também a necessidade de se construir um texto persuasivo. 

No caso da história do Calvin, o pai poderia usar a sua autoridade e obrigar o Calvin a comer sob ameaças de castigo e repreensões. Por este motivo, a persuasão identifica-se com o discurso publicitário, que depende do livre mercado para se manifestar. 
Pode dizer-se, portanto, que a publicidade é eminentemente persuasiva, pois procura levar um interlocutor a praticar um determinado acto. O sucesso do texto publicitário é o resultado de um conjunto de elementos que não depende apenas da qualidade inerente de um produto, e utiliza também, referências do momento para conseguir cativar e aumentar a adesão do público-alvo ao argumento. Para a construção do discurso persuasivo, os textos publicitários utilizam-se de diferentes estratégias argumentativas. As mais comuns posso caracteriza-las da seguinte forma:
• Provas concretas.
• Argumento de autoridade.
• Testemunho autorizado.
• Axioma.
• A escolha das palavras não pode ser “neutra”.
• Argumentação lógica, pragmática.

3.1. Provas concretas 

É bastante frequente o uso desta estratégia em anúncios publicitários, afinal a venda de um produto adquire mais validade quando este é devidamente demonstrado, através de imagens, de dados estatísticos, de descrição detalhada do produto ou serviço, de imagens comparativas entre uma determinada situação antes e outra depois. Como exemplo, os anúncios comerciais de produtos que fazem perder peso, em que aparece sempre uma pessoa obesa e, na sequência, a mesma pessoa surge com um corpo de fazer inveja a qualquer um. Embora estes anúncios publicitários possam sugerir um tom cómico, a verdade é que a estratégia revela-se interessante, considerando o poder comprobatório apresentado nas comparações. Também outros tipos de anúncios publicitários, com linguagem menos cansativa, adoptam estratégia semelhante, como os detergente para a roupa, em que é comum mostrar uma primeira cena com crianças a sujar a roupa, e uma cena posterior em que as mesmas crianças aparecem com a roupa limpa graças ao poder de limpeza do detergente em questão.

Empresas de automóveis utilizam nos anúncios publicitários esta estratégia argumentativa, sobretudo porque, além de revelar os veículos pelas imagens, também procedem a uma descrição detalhada do que é possível encontrar como itens de série e opcionais no veículo, o que funciona como argumentação do texto.

Nalgumas situações, a evocação do concreto ocorre pela narração de factos ou descrição de lugares, pessoas ou coisas. Considerando que o recurso à abstracção e a noções genéricas dificulta o uso da imaginação por parte do ouvinte/leitor (consumidor), torna-se muitas vezes necessário, tanto a narração quanto a descrição remetendo o texto a algo concreto, exemplificar-se o que se está a afirmar.

3.2. Argumento de autoridade 

Esta estratégia é utilizada quando se recorre a um especialista em determinada área para ajudar a vender um produto, um serviço ou uma ideia. Assim, para se vender uma escova de dentes ou uma pasta dentífrica, o anunciante afirma tratar-se de um produto recomendado pela Associação de Dentária. Ou se um fabricante de rações para animais domésticos diz que o produto dele é o preferido por veterinários e por criadores/tratadores de animais, teremos argumentos de autoridade. Da mesma forma, quando num anúncio de detergente para a roupa afirma ter sido o produto testado por laboratórios nomeados haverá mais uma vez a presença da estratégia argumentativa baseada na fala de uma autoridade intelectual.

3.3. Testemunho autorizado 

Nesta estratégia há uma semelhança com a estratégia anterior, pois em ambas temos uma declaração de alguém que diz ter utilizado o produto anunciado. Neste caso, os depoimentos são dados por pessoas comuns, não necessariamente especialistas em determinada área do conhecimento. Assim, quando uma dona de casa declara ter utilizado uma marca de detergente lava-roupa específica ou servido um produto alimentar qualquer à própria família, o seu testemunho ganha na autenticidade, pela experiência na utilização do produto em questão. Este recurso argumentativo pode verificar-se também quando um anuncio recorre a pessoas famosas, artistas, desportistas, etc. Nesta situação específica, é possível ligar a estratégia à anterior, quando, por exemplo, um tenista anuncia uma determinada marca de raquetes. É evidente que faz isso pela experiência, mas também por ser um especialista. A lógica de se recorrer a uma pessoa famosa é levar o consumidor comum a agir conforme as acções daquele por quem se sente uma admiração, ou daquele a quem se deseja seguir os passos.

3.4 Axioma

Axioma significa verdade absoluta, ou seja, uma afirmação de carácter incontestável, válida não importa onde nem quando. O discurso publicitário utiliza-se então de afirmações axiomáticas, embora, e evidentemente, a verdade absoluta de um texto ou de um produto possa ser contestada pela verdade de outro texto ou de outro produto. No entanto, o texto, para que a afirmação ganhe carácter persuasivo, é preciso que seja construído de forma decisiva.

Um exemplo: qual das duas afirmações tem mais força: “Sempre Coca-cola” ou “Coca-cola de vez em quando”? É certo que a primeira afirmação vence. Pode-se então dizer que uma boa parte dos slogans são construídos de modo axiomático, uma vez que procuram expressar uma visão de tal produto como o melhor. Normalmente, as operadoras das redes móveis procuram convencer o cliente com o mesmo slogan: o melhor serviço com os tarifários mais baixos. Para se chegar a uma conclusão de qual teria razão, depende-se de uma análise comparativa, mas para efeito persuasivo a estratégia utilizada é semelhante ou a mesma. Outros slogans: “Sempre o menor preço”.

3.5. A escolha das palavras não pode ser “neutra”

A escolha das palavras, no discurso publicitário, deve ser revestida com todo cuidado. As palavras devem “empolgar”, criar uma rede de associações colectivas e individuais de forte apelo, cujo impacto pode ser decisivo no processo de persuasão/convencimento. As palavras devem traduzir uma visão positiva do produto anunciado, ainda que repetidos, termos como inesquecível, promoção, desconto, sucesso, beleza, satisfação, melhor, causam maior impacto numa mensagem. É o que acontece num slogan como “Selecção de preços baixos”, além do tom axiomático, termos como selecção e preço baixo são apelativos, uma vez que transmitem ideia positiva, afinal selecção transmite sensação de os melhores (produtos, preços).

3.6 Argumentação lógica, pragmática 

O argumento pragmático é aquele que permite considerar um acto ou um acontecimento de acordo com suas consequências favoráveis ou desfavoráveis. Por outras palavras, trata-se de estabelecer uma relação lógica entre causa e efeito, causa e consequências.
As instituições bancárias, normalmente, fazem uso do raciocínio lógico para transmitir ideia de segurança e rentabilidade. É como se dissessem: “Quer multiplicar o seu dinheiro? Aplique nos fundos do Banco XPTO.” – ou seja, se o consumidor deseja atingir resultados ou efeitos positivos, deve agir de acordo com o anunciado na publicidade.

Resumo

Estas estratégias não são as únicas, apenas as mais comuns no universo publicitário, nos diferentes canais, como televisão, rádio, outdoor, revista, jornal, folhetos, etc. Também é preciso lembrar que a estratégia argumentativa, qualquer que seja ela, não é a única determinante que fará o consumidor adquirir um produto. Outros aspectos influem na decisão final do indivíduo: preço, aparência da embalagem, facilidade de aquisição, pós-venda, moda, etc. Outro ponto importante é que um mesmo produto, ou uma mesma peça publicitária, pode fazer uso de diferentes estratégias argumentativas. Por exemplo, os comerciais de detergente lava-roupa incorporam as diversas estratégias aqui referidas.


4. Caso de Estudo

4.1. Cristiano Ronaldo


Aos 20 anos, tornou-se numa das estrelas do futebol mais solicitadas pela publicidade e tornou-se o intérprete principal das campanhas do Banco Espírito Santo (BES), nos diferentes meios de comunicação, como nas televisões, nas rádios, nas revistas e nos jornais. Cristiano Ronaldo é um tipo de pessoas raro, tal como o Figo ou o Mourinho, por isso as marcas que querem fazer passar uma imagem de excelência dos seus produtos procuram gente com este perfil. Quando uma marca associada a alguém como Cristiano Ronaldo quer entrar num determinado mercado, o Banco Espírito Santo por exemplo, o que vende primeiro é a imagem do Ronaldo. Só depois vende os serviços bancários, porque as pessoas, na generalidade, procuram sempre imitar os seus ídolos e referências.

Há um momento muito preciso e muito bem definido em que Cristiano Ronaldo deixou de ser apenas um jogador de futebol e se transformou em ícone: foi durante o Euro’2004. A partir desse momento tornou-se um símbolo global e um objecto de desejo. É hoje em dia um caso de sucesso a nível mundial.

Cristiano Ronaldo é bastante solicitado para sessões fotográficas. Os editores de revistas especializadas de homens, mulheres e adolescentes sabem que uma boa foto do craque na capa é sinónimo de sucesso nas bancas. O preço a pagar é alto mas compensa.

Desde 2003, Cristiano Ronaldo associa a sua imagem à do Banco Espírito Santo. Uma aposta certeira, pois foi feita antes do Euro’2004.

Para o Manchester United, Ronaldo é foi rentável dentro do campo como fora dele. A imagem de um jovem de sucesso ajuda também a contribuir para o crescimento comercial do clube. Não é só nos relvados que Cristiano Ronaldo revela talento, uma vez que como modelo o internacional português ao serviço do Manchester United também tem dado cartas.

4.2. Campanha Publicitária BES
“Na hora de investir, passe a bola a quem sabe.”


O BES lançou uma campanha publicitária centrada nas boas performances do BES e nos históricos de rendibilidade consistentes na gestão de Fundos de Investimento. O conceito criativo da campanha utilizava-se do seguinte slogan: “Nada faz mais dinheiro que o verdadeiro talento”. 

Para dramatizar este conceito, o protagonista escolhido é o Cristiano Ronaldo, um jovem, detentor de uma imagem que transmite talento indiscutível na sua especialidade. O objectivo é sem duvida associar estes itens de qualidade ao banco BES. A campanha utiliza o enorme talento do jogador português no futebol, como metáfora do sucesso do BES na gestão do dinheiro dos seus Clientes, aplicado, neste caso, aos Fundos de Investimento.

Para este filme, Cristiano Ronaldo trocou os habituais calções e chuteiras por um elegante fato preto Dior, gentilmente cedido por Fátima Mendes. O filme de televisão mostra todo o talento de um dos melhores futebolistas portugueses da actualidade. A dar toques na bola sem nunca deixá-la cair no chão, o Cristiano Ronaldo entra numa Agência do BES e passa a bola ao seu gestor. Por fim o texto publicitário é bem explicito na mensagem da campanha “Na hora de investir, o Cristiano Ronaldo passa a bola a quem sabe” que sugere que a melhor estratégia na altura de aplicar o dinheiro é confiar em quem sabe e as credenciais do BES são apresentadas de forma consistente: em 2006, o BES foi o único banco cujos fundos de investimento subiram a 77% dos pódios da rendibilidade.

A escolha de Cristiano Ronaldo para protagonista das campanhas publicitárias do BES teve certamente por base o seu profissionalismo, simpatia e indiscutível dinamismo em campo. Semelhanças pretendidas pelo BES. Esta aposta do BES inscreve-se numa estratégia que utiliza o futebol enquanto veículo de comunicação e imagem, tendo em conta a crescente popularidade deste desporto na sociedade portuguesa.

Ao contratar Cristiano Ronaldo, que é um dos símbolos mais fulgurantes do futebol português, o BES afirma-se assim como uma instituição virada para o futuro e que aposta na juventude como factor de dinamização da sua imagem. Recorde-se que Cristiano Ronaldo foi o mais jovem jogador português de sempre a integrar a equipa titular de um dos mais importantes clubes mundiais como é o caso do clube que representa actualmente.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Direitos humanos: Evolução do estado de direito

Blog Post: Direitos humanos - Evolução do estado de direito

Com este artigo tento o objectivo de abordar o tema d’Os Direitos do Homem, conhecer a sua história, a razão para que foi criados este documento, as suas consequências na sociedade civil, e dar a conhecer os artigos que a constituem. Conhecer qual a entidade que rege a obrigação de todos os países cumprir os artigos que estão indicados na declaração. Os direitos que os profissionais da informação (jornalistas) têm, e o acesso aos tipos de informação, locais e transmissão.

Índice
  1. História
  2. Revolução Francesa
  3. Os artigos que a constituem
  4. Direitos de um profissional
  5. Direitos na comunicação: Liberdade de expressão e Jornalistas
  6. O papel das Nações Unidas
  7. Estado de direito
  8. Consequências na Sociedade Civil

1. História

A Declaração Universal dos Direitos Humanos criada pela Organização das Nações Unidas tem o objectivo que todos os seres humanos desde o seu nascimento, sejam livres e iguais a todos os seres humanos.

A Declaração foi criada em 1945, e para que seja cumprida, é forçada pelas Nações Unidas que tem o poder de ocupar um país caso esta não cumpra o que foi acordado, este e um órgão vocacionado para tentar resolver os problemas a nível mundial, e para garantir a paz entre os diversos países. Com esta União, os países tem a facilidade de resolver assuntos, sem terem que entrar em guerras.

Este documento é conhecido por outros nomes diferentes em português, mas semelhantes, que no fundo referem-se dizer a mesma coisa:
• Declaração Universal dos Direitos Humanos
• Declaração Universal dos direitos do Homem
• Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão
• Declaração fundamental dos direitos do Homem


2. Revolução Francesa

A “Revolução Francesa” foi um conjunto de acontecimentos que decorreram ente 1789 e 1799. O objectivo era deitar abaixo o “Antigo Regime” em que a autoridade era o Clero e a Nobreza, que controlavam tudo e todos, sem que esses tivessem quaisquer direitos. Tendo como influencia a “Independência Americana” em 1776, também os franceses queriam ser proclamados livres, mas a luta não seria fácil, e em 1979 começou um longo período de revolta.

A liberdade na França era controlada pelo “Antigo Regime” durante mais de 500 anos, que criava as suas leis. Com a Nobreza e outras classes sociais a ficarem mais ricas, a França teve um crescimento na indústria. Nobres e Burgueses tinham muitos capitais em investimentos, mas havia o problema da mão-de-obra. O comércio com o exterior começava a ser cada vez maior, mas a diferença entre ricos e pobres era cada vez maior. Havia então uma parte da Burguesia muito rica, e outra parte dos camponeses pobres e famintos, que tinham um imposto rural, um imposto que era recolhido consoante a aparência de riqueza por parte dos camponeses. Assim a parte do povo que trabalhava não tinha qualquer possibilidade de ter uma qualidade de vida melhor, porque ao menor aspecto de riqueza, essa era lhe retirada. Viam-se somente na obrigação de trabalhar nos campos, porque se tornavam meros servos. Essa situação, que aparentava um Estado pobre num país rico, provocou a revolução na França, conhecida como a “Revolução Francesa”.

Em 1799 quando a revolução finalmente foi ganha, o povo pode finalmente ter direitos na sociedade. Foi criada uma constituição com poder executivo com directores eleitos de 5 em 5 anos, onde o poder estava em dói conselhos, o Conselho dos Anciãos e o Conselho dos Quinhentos. Foi criada uma carta que previa o direito de voto aos analfabetos, para garantir que todos os cidadãos tinham os mesmos direitos independentemente do seu nível de conhecimento. Foram garantidas assim vários direitos aos cidadãos para que pudessem viver normalmente na sociedade civil em que viviam e trabalhavam.


3. Os artigos que a constituem

A “Declaração universal dos direitos do Homem” é constituída por muitos artigos, que têm o objectivo de garantir que os direitos dos seres humanos conseguem ser garantidos. Os artigos são os seguintes:

Art. 1.º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum.
Art. 2.º A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são a liberdade, a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.
Art. 3.º O princípio de toda a soberania reside, essencialmente, na nação. Nenhuma operação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.
Art. 4.º A liberdade consiste em poder fazer tudo que não prejudique o próximo: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão aqueles que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela lei.
Art. 5.º A lei não proíbe senão as acções nocivas à sociedade. Tudo que não é vedado pela lei não pode ser obstado e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.
Art. 6.º A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através de mandatários, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, seja para proteger, seja para punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos e igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.
Art. 7.º Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da lei deve obedecer imediatamente, caso contrário torna-se culpado de resistência.
Art. 8.º A lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias e ninguém pode ser punido senão por força de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.
Art. 9.º Todo acusado é considerado inocente até ser declarado culpado e, se se julgar indispensável prendê-lo, todo o rigor desnecessário à guarda da sua pessoa deverá ser severamente reprimido pela lei.
Art. 10.º Ninguém pode ser molestado por suas opiniões , incluindo opiniões religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.
Art. 11.º A livre comunicação das ideias e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na lei.
Art. 12.º A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; esta força é, pois, instituída para fruição por todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.
Art. 13.º Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum que deve ser dividida entre os cidadãos de acordo com suas possibilidades.
Art. 14.º Todos os cidadãos têm direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, da necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a colecta, a cobrança e a duração.
Art. 15.º A sociedade tem o direito de pedir contas a todo agente público pela sua administração.
Art. 16.º A sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.
Art. 17.º Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir e sob condição de justa e prévia indemnização.

Fig.1 – Os 17 artigos impressos


4. Direitos de um profissional

A sociedade tem que ter regras, os cidadãos têm que ter direitos para que possam ter uma vida normal em sociedade, por isso não só deverá haver leis sociais mas também leis no trabalho. Deverão haver direitos que um profissional liberal deve respeitar, para isso foram criadas as “Leis do Trabalho”. Foram estabelecidos direitos individuais e direitos colectivos dos profissionais empregados, uma legislação que obrigue a protecção dos direitos dos profissionais que trabalham sob forma autónoma ou como pessoa jurídica.

DIREITOS INDIVIDUAIS
• 13º Salário;
• Aposentadoria;
• Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS);
• Multa de 40% sobre os depósitos no FGTS em casos de demissão sem justa causa;
• Participação nos lucros.

DIREITOS COLETIVOS
• Sindicato único na base territorial;
• Classificação como se categoria diferenciada fosse;
• Direito de greve;
• Piso salarial (Constituição Federal, Cap. II, Art. 7º, Inciso V);
• Salário Mínimo Profissional (Lei nº 4.950-A);
• Aposentadoria Especial (Leis e Normas vigentes)


5. Direitos na comunicação

No que respeita à comunicação, foram criadas leis que permitem os profissionais da comunicação, jornalistas, poderem fazer os seus trabalhos com as garantias dos seus direitos.

Liberdade de expressão

Com os seus direitos garantidos e protegidos, os cidadãos podem escrever, falar, produzir documentos sobre nos domínios, literário, cientifico, artístico, etc., sem que tenham que ter medo de qualquer penalização por órgãos superiores ou de segurança. Claro que ao escrever, terão que respeitar os direitos relativos às pessoas ou entidades sobre quem escreve.

Jornalistas

Um jornalista é aquele que exerce a actividade através de um contrato com uma empresa de jornalismo ou de notícias, e é essa a sua ocupação principal.

Apenas em 1941 é criada a “Carteira profissional dos jornalistas”, que é um documento indispensável para o exercício da sua profissão.

O Direito de Autor, que também é um direito fundamental na Declaração dos Direitos do Homem, é um direito que permite ao jornalista que tudo o que produz lhe pertence como autor. Este regime de direitos abrange todos os trabalhos jornalísticos, sejam eles de imprensa escrita ou transmitidos na televisão ou rádio. As suas obras serão protegidas e poderão ser usadas posteriormente por quem detenha os respectivos direitos de autor.

Sendo um jornalista, terá como direito o acesso a determinadas fontes de informação e acesso a locais, tal como:
• Documentos administrativos;
• Documentos de acesso proibido: Segredo de justiça, Segredo de Estado;
• Locais públicos;
• Espectáculos, podendo fazer transmissão radiofónica e transmissão televisiva.


6. O papel das Nações Unidas

A ideia para criar esta organização foi formalmente elaborada durante a Segunda Guerra Mundial, pelo presidente dos Estados Unidos da América, Franklin Roosevelt, quando era presidentas, que com conversas com outros chefes de estado iniciaram a criação desta organização.

Esta organização foi então criada em 1945, tendo sido a sua carta oficiosa foi ratificada pelos cinco membros do então “Conselho de Segurança” e por grande parte dos outros países membros. Em 1948, a ONU aprovou a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

A Organização das Nações Unidas (ONU) são uma organização internacional que têm o objectivo de facilitar a cooperação entre os diversos países, e fazem com que as leis internacionais sejam respeitadas entre os países, como se fosses uma polícia mundial a obrigar a que todos obedeçam às leis existentes. O seu objectivo é impedir que os países entrem em guerra e que se mantenha a paz a nível mundial.

A União Europeia é composta por 192 estados-membros, e apenas com uma entidade capaz de manter a ordem entre todos os países, pois é a única organização que pode entrar com os seus militares e equipamento militar em qualquer um dos estados, sem que este seja alvo de retaliação. Este fundamentalmente tem que impor que os “Direitos Humanos” sejam respeitados por todos os estados.


7. Estado de direito

Um “Estado de Direito” é aquele que se rege por leis. Essas leis que dão aos cidadãos direitos para viver em sociedade. Um estado não pode então impor “vontades” se essas leis não estiverem estipuladas na lei, e nunca poderá desrespeitar as leis em vigor. Desta forma o Estado deverá sempre respeitar as leis e aplica-las devidamente, seja para beneficiar o cidadão ou leva-lo à justiça. Estas leis servem para proteger o cidadão, dando-lhe segurança e os direitos a que ele tem direito.

Só a respeitar as leis, que forçam os direitos dos cidadãos, é que é possível haver um Estado de Direito, onde uma organização externa ao país, como a Organização das Nações Unidas pode tomar frente se os direitos não forem respeitados. Desse modo a ONU “força” que o Estado de Direito funcione.

O acesso à informação foi feito livremente, tal como a produção dessa informação pelos jornalistas é assegurada na Declaração dos Direitos do Homem. Deste modo a sociedade tem acesso à informação livremente.


8. Consequências na Sociedade Civil

Era difícil imaginar que a ONU pudesse sozinha tem uma influência e autoridade a nível mundial, mas apenas com essa organização foi possível que todos os países da União se vissem forçados a respeitar os direitos que todos os cidadãos têm.

Assim os direitos sociais, culturais, civis, económicos políticos foram incorporados nos sistemas legais de cada país, mas que na verdade não são cumpridos totalmente por todos os países da União, mas a ONU têm em atenção essas situações e se os países na cumprirem com os seus deveres, a ONU na altura indicada irá ter a sua intervenção para que esses casos não aconteçam.

Um grande problema na sociedade, é que os cidadãos não conhecem os seus direitos. Em muitos dos países esta situação é comum e difícil de resolver com todos os cidadãos devido ao analfabetismo. Mas que essa situação seja combatida, não cabe à ONU, mas sim a cada país.

A ONU veio fazer com que tenhamos uma sociedade mais civilizada, que não haja abusos por parte dos governos ou organizações. Criando assim condições para que os direitos humanos rejam respeitados como regra na sociedade.

Esta acção tem cinco aspectos fundamentais:
• Oferecer uma esfera de acção para todos os grupos sociais;
• Tornar pública a injustiça;
• Proteger o espaço privado da incursão do Estado e do mercado;
• Intervir e interagir directamente nos sistemas legais e políticos;
• Promover a inovação social.

A organização das Nações Unidas teve claramente influência na sociedade em que vivemos actualmente, criando assim possibilidades que o homem possa viver melhor e se deslocar entre todos os países sem que os seus direitos sejam desrespeitados.


Webgrafia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Direitos_humanos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Declaração_Universal_dos_Direitos_Humanos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Declaração_dos_Direitos_do_Homem_e_do_Cidadão
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolução_Francesa
http://www.fne.org.br/fne/index.php/fne/servicos/guia_profissional/os_direitos_dos_profissionais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Organização_das_Nações_Unidas
http://www.jurisway.org.br/v2/pergunta.asp?idmodelo=6367
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_de_direito
http://bdjur.stj.gov.br/xmlui/bitstream/handle/2011/18303/Reflexões_Acerca_da_Sociedade_Civil.pdf

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Technology: Xbox One (Microsoft) vs. PlayStation 4 (Sony)

Blog Post: Xbox One (Microsoft) vs PlayStation 4 (Sony)

Xbox One vs. PlayStation 4

Sony PlayStation 4: 4K Support

The PlayStation 3 was one of the devices which brought Blu-Ray to prominence and its successor could again be the pioneer, this time being the first console to offer 4K resolution capabilities. 4K refers to the resolution of 3840 × 2160, a massive step up from the current console which outputs at 1920 × 1080. While 4K TV’s are rare (Probably because of their outstanding price tags) inclusion in the PS4 could definitely bring it into the public eye.

Microsoft Xbox One: 4K Support

As previously mentioned, the Xbox One will support 4K upscaling for Blu-Ray, but it’s unclear if it will also support games and other media at that resolution.

Sony PlayStation 4: Camera

The PlayStation Camera is a bit of a micro-Kinect, following in the best tradition of EyeToy. Like Move, it reads the light bars on the rear of the DualShock 4s so that you can manipulate items on screen with it, but also reads your flailing arms to interact, too.

The resolution is decent if nothing too scary – it doesn't track your expression or engagement, but it can tell if you've covered your eyes (the crowd of AI bots on the demo hushed, before we pulled our hands away and they all cried in a really quite charming game of Peek-a-boo). It will also set your head on fire – virtually, at least – in that AR style that Reality Fighters and its Vita brethren did.

Microsoft Xbox One: Camera & Kinect

First off, the new Kinect sensor can support up to six players at once, which is a vast improvement on the two- player limit its predecessor could handle.

Rather than reading the player as wiry stick figure with boxes for hands, feet and a head, the new Kinect module can pick up muscle texture, the shape of the player's head and register the difference between their thumbs and the tips of their fingers.

It can even pick up strain on the player's body parts, demonstrated to us when we stood one leg and saw our body part slowly turn red on the screen in front of us. Voice activated commands are still part of the package too.

Kinect can now monitor facial expressions, see if the player’s face begins to flush and even read the player’s heart rate. Not only will all of this be useful in the creation of Kinect software – fitness games, for example, will be far more advanced – but it also allows Kinect to gauge the player’s level of engagement with any form of entertainment they happen to be watching through the Xbox One.

If all of this sounds a bit Orwellian, don’t worry. Contrary to some of the rumours flying about the Internet, you don’t have to have Kinect active at all times in order for the Xbox One to work – you can deactivate it entirely. Not only does this mean you can still play games in the nude, should you desire, but you don’t have to allow it collect any data from your viewing or playing habits – although if you do, Kinect and the Xbox One will start to build a more bespoke entertainment experience just for you.

XboX One PlayStation 4
Price at launch: $499.00 Price at launch: $399.00
Codename
Durango PS4
HARDWARE
Width: 13.1 inches
Depth: 10.8 inches
Height: 3.1 inches
Color: Black / Silver
Exterior surface: Glossy
Width: 12 inches
Depth: 10.83 inches
Height: 2.09 inches
Weight: 6.17 pounds
Color: Black
PERFORMANCE
CPU brand: AMD
CPU cores: 8
GPU brand: AMD
RAM: 8 GB
CPU brand: AMD
CPU model: Jaguar
CPU cores: 8
GPU brand: AMD
GPU model: Radeon
RAM: 8 GB
CONNECTIVITY
Wi-Fi: Yes
Wi-Fi support: 802.11n, 802.11g, 802.11b
802.11n frequencies: 5GHz, 2.4GHz
Cable box pass-through: Yes
IR: Yes
Wi-Fi: Yes
Wi-Fi support: 802.11n, 802.11g, 802.11b
802.11n frequencies: 2.4GHz
Bluetooth: Yes
AUDIO / VIDEO
Supported resolutions: 1080p, 720p
Audio / Video playback: DVD, Blu-ray
Supported resolutions: 1080p, 720p
Audio / Video playback: DVD, Blu-ray
PORTS
Audio / Video output: Proprietary, HDMI, Digital optical
Controller connection: Wireless, Wired
Wireless connection type: Proprietary
USB: 3
Ethernet: Yes
Audio / Video output: Proprietary, HDMI, Digital optical
Controller connection: Wireless, Wired
Wireless connection type: Bluetooth
USB: 2
Ethernet: Yes
STORAGE
Internal storage: 500 GB
User upgradeable: Yes
External memory: USB mass storage
Internal storage: 500 GB
User upgradeable: Yes
External memory: USB mass storage
SOFTWARE
Game media: Disc
Online multiplayer: Yes
Online store: Yes
Game media: Disc
Online multiplayer: Yes
Online store: Yes
POWER
Power supply: External Power supply: Integrated

source: www.t3.com

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Marketing Digital: Segmentação e Privacidade

Blog Post: Marketing Digital - Segmentação e Privacidade

 Falando de Marketing digital, a segmentação e a privacidade são elementos que cada vez mais vão um contra o outro. No mundo do marketing, segmentar um mercado é dividi-lo em vários grupos para lhes chegar mas eficientemente, para isso precisamos de conhecer todo o mercado, e tendo essa informação começar a atribuir determinadas características sobre cada um dos grupos para atribuir as características que os definem, assim teremos os diversos segmentos que possibilitam conhecer o nosso público alvo. Essas características podem ser as mais variadas, na verdade toda a informação é útil e registada, sendo analisada no momento ou registada para futuro processamento. Aí entramos na privacidade, porque para estamos a guardar informação sobre os segmentos sem mesmo estes saberem que isso é feito, muitas das vezes é informação que os clientes/utilizadores não estariam dispostos a que ficasse registado. Mas na ótica de um marketeer toda a informação, e o máximo de informação é importante e essencial, dessa forma poderá ser mais fácil atingir um público alvo específico para um produto.

No processo de segmentação existem quatro etapas:
1 - Critérios de segmentação: Critérios geográficos, demográficos, económicos e sociais. Conhecer a reacção do consumidor face ao produto, a sua reacção, valor disposto a pagar, quantidade que possa interessar, e a regularidade com que estaria interessado em adquirir o produto.
2 - Características de cada segmento;
3 - Escolher os segmentos de mais interesse para o produto;
4 - Política de marketing face ao respectivo produto.

Para que a segmentação seja mais filtrada e eficiente, existe por vezes violação da privacidade, mas as grandes empresas cada vez mais criam campanhas que fazem com que o cliente/utilizador ceda essas informações de livre e espontânea vontade.

A evolução da tecnologia da informação veio alterar e também facilitar a aquisição de informação pessoal útil para a segmentação. As redes sociais são os sítios onde isso acontece de forma mais directa e o Facebook é das maiores empresas na Internet que gere uma enormíssima quantidade de informação privada, que utiliza para direccionar com grande eficiências os produtos que pretende fazer chegar a cada utilizador, onde as empresas vão buscar a informação para direccionar as suas campanhas de marketing.

Na era das Novas Tecnologias Digitais, Segmentação e Privacidade, andam muito juntas.

sábado, 23 de novembro de 2013

The Big Bang Theory Extras / Bloopers / Gag Reel / Behind the scenes / Interviews

Blog Post: The Big Bang Theory Extras / Bloopers / Gag Reel / Behing the scenes / Interviews

A lot of extra stuff from "The Big Bang Theory" series, for the fans that can't get enough of it. Bloopers, Behind the scenes, Interviews and more.

Unaired
Unaired Pilot: the original pilot made for the 2006-2007 season that was not picked up by the network, thus it was never aired. Only Johnny Galecki and Jim Parsons were in the cast, and the female lead, Katie, was envisioned as "a street-hardened, tough-as-nails woman with a vulnerable interior". Katie was played by actress Amanda Walsh . They also had a female friend called Gilda (played by Iris Bahr).
Clip 1 "Sperm bank" (3:00)
Clip 2 "Katie Equation" (2:50)
Clip 3 "All hanging out" (2:10)



Season 1
Behind the Scenes (7.58)
All bloopers from season 1 to 5 (38.07)
Behind the Scenes (7.58)

Season 2
Physicists To The Stars (10.11)

Season 3
Set Tour with Simon and Kunal (7:40)
Bloopers (3:01)
Takeout with the cast of The Big Bang Theory (10.25)

Season 4
It All Started With a Big Bang (23:51)
Live Show Taping (15:31)
Actor on Actor - Big Bang's Theory of Relativity (23:08)

Season 5
100th Episode (10:13)
Professors of Production (15:01)
Laws of Reflection (11:45)
Actor On Actor - Simon, Kunal & Melissa (7.55)
10 Questions for Actor Jim Parsons (6.32)

Season 6
Houston, We Have a Sit-com (9:52)
Gag Reel Bloopers (8:53)
The Final Comedy Frontier (11:11)
Electromagnetism: Leonard & Penny (7:34)
Electromagnetism: Howard & Bernadette (5:46)
Electromagnetism: Sheldon & Amy (9:20)
Electromagnetism: Raj Koothrappali (6:30)


Promos
Season 5 - Get your bang on (0:32)


Clips
Charlie Sheen scene on Big Bang Theory (0:14)
4 Flahes on Halloween (1:30)
Secret Agent Laser Obstacle Lunch (0:28)
Secret Agent Laser Obstacle Chess (1:07)
Sheldon Cooper in Ball pit Bazinga (2:03)
First Sheldon Cooper Bazinga (Season 2, episode 23) (0:47)
From The Moment That I Met You song (3:00)


Off the series
2008
The Big Bang Theory - Theme Song full (2:08)

2011
Family Guy - Big Bang Theory with Sheldon (0:10)
Entertainment Tonight - Jim Parsons' High School Past: Was He A Nerd? (2:11)
Kunal Nayyar on Lopez Tonight (6:00)
63rd Primetime Emmys Opening (7:50)
Jim Parsons Makes a 'Bang' on iCarly (2:32)
Jim Parsons wins Golden Globe for Best Actor in a Comedy Series (2:39)
Jim Parsons on Sesame Street - "Arachnid" (1:32)
Jim Parsons at Conan O'Brien (8:34)

2012
Kunal Nayyar on Conan O'Brien (10:03)
Emmy Awards 2012 skit (1:45)
People Choice Awards 2012 opening skit (3:22)
The Big Bang Theory Flash mob (3:51)

2013
Conan O'Brien - Simon Helberg does Nicolas Cage impression (3:18)
Wining the award at People's Choice for Favorite Network TV Comedy (2:18)
Cast of the Big Bang Theory on the Red Carpet - Kunal and Melissa (2:08)
Kaley Cuoco on Ellen (10:27)
Jim Parsons Interview on The Tonight Show with Jay Leno 2013/11/22 (10:56)
Kaley Cuoco on Ellen 2013/11/7 (10:02)
Kaley Cuoco on Craig Ferguson 2013/11/13 (11:53)
Jim Parsons Sheldon on David Letterman Show (9:31)

Comic-Con
Comic-Con 2013 Writers panel (50:33)
Comic-Con 2012 full panel (44:03)
Comic-Con 2011 full panel (54:55)
Comic-Con 2010 full panel (52:12)
Comic-Con 2009 full panel (43:53)
Comic-Con 2008 full panel (13:33)


Parody
Big Bang Theory: A XXX Parody pt1 (10:38)
Big Bang Theory: A XXX Parody pt2 (9:07)


Fan-made
The Bazinga Song - by Sheldon Cooper (1:27)

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Dicas de Cibersegurança para se proteger na Internet

Blog Post: Dicas de Cibersegurança para se proteger na Internet

O ciber-crime é uma ameaça muito comum na Internet, um utilizador deverá estar sempre alerta e nunca baixar a guarda, protegendo-se de situações que o podem incomodar muito devido à sua atividade na Internet ou a sua mera utilização. Seja um utilizador mais experiente ou um novato nestas andanças, deverá sempre lembrar-se destas dicas, porque a mínima falha poderá estragar-lhe o dia. Aqui deixo algumas dicas para a sua utilização segura na Internet e utilização das novas tecnologias.

Actualizações: Tenha sempre o seu software actualizado, as actualizações mentem o seu programa e sistema preparado para bloquear novas ameaças que apareçam.

Anti-Virus: Tenha no seu computador um anti-vírus actualizado e corra regularmente uma verificação em todo o seu sistema.

Avisos: Não ignore avisos de segurança, as ameaças de segurança vão evoluindo e aparecendo novas, deverá estar atento e informado.

Browser: Utilize um navegador seguro e actualizado.

Cópia de segurança: Faça sempre um «backup» dos seus ficheiros, seja num disco externo ou na nuvem.

Denunciar: Deve denunciar conteúdos ou sites suspeitos de actividade inapropriada ou criminosa, Spam ou Phising.

Download: Pense antes de fazer download de algum aplicativo, se não for de confiança poderá danificar a segurança do seu sistema.

E-Mail: Não envie por e-mail informação muito sensível como passwords. Deverá configurar o seu e-mail, bloquear Spam, denunciar e-mails de Phishing, desta forma protege-se e previne que outros recebam o mesmo tipo de e-mail. Lá por alguém o contactar não quer dizer o conheça ou se tenha registado nesse serviço. Existem programas que rastreiam a Internet são capazes de retirar os endereços de e-mail de blocos de texto ou qualquer informação, dessa forma o seu e-mail poderá ser copiada para as listas de spam.

Ecrã do dispositivo: Sempre que terminar de usar um equipamento (pc ou tablet) deixe sempre protegido.

Firewall: É uma barreira que poderá usar para colocar entre o seu computador e a Internet, sem esta barreira está visível para toda a Internet quando está conectado à rede. Essa ligação é feita através de «portas», e utilizando esta barreira fecha o acesso ao seu sistema, e apenas utiliza essas portas quando você quer, e de forma monitorizada, apenas entra e sai das mesmas a informação que autoriza.

Ganhar prémio: Não confie em anúncios que indicam que foi vencedor ou escolhido para ganhar dinheiro ou um prémio, em alguma coisa que não concorreu.

Https: Procure sempre o «S» num endereço de «http», HTTPS significa que o site que está a utilizar utiliza o protocolo de comunicação encriptado, assim ninguém consegue ver o que está a receber pelo browser, por exemplo para evitar que vejam na rede ao colocar as suas credenciais (login e password).

Instalar: Instale no seu computador apenas programas de fontes seguras, um programa desconhecido poderá comprometer a segurança do seu computador e em fundo estar a enviar informações sensíveis do seu computador.

Log-out: Faça sempre «Sair» de uma conta quando terminar de utilizar se estiver no equipamento de utilização pública.

Movimentos bancários: Faça os seus acessos a contas bancárias apenas através dos seus dispositivos pessoas e assegure-se que não têm a segurança comprometida com vírus ou spyware.

Spam: Significa "Semding and Posting Advertising in Mass", ou seja, enviar e postar publicidade em massa, não é uma ameaça directa, é na maior parte das vezes apenas incomodativo, mas mensagens com links que o podem infectar poderão ser enviados em massa, os cibercriminosos não esperam apanhar todos, mas sendo enviado às dezenas de milhares cada mensagem, há sempre uma percentagem que cai e clica.

Passwords: Não partilhe as suas passwords com ninguém. Os sites nunca pedem por e-mail a sua password para fazer alguma alteração. Não utilize sempre a mesma password em todos os serviços. Não utilize passwords intuitivas de nomes ou datas associadas a si. Utilize uma password complexa com letra e números (password, 123456, querty, são as mais usuais). Guarde num local seguro, como um cofre, as suas passwords mais importantes.

Partilhar: «Partilhar ou não partilhar, eis a questão», pense antes de partilhar alguma informação, fotografia ou vídeo, antes que se arrependa.

Phishing: É uma técnica que de fazer passar por uma entidade com o objectivo de o utlizador introduzir dados sensíveis e assim serem roubados. A técnica é normalmente utilizada através de e-mail, é enviado um email a utilizador (enviado em massa normalmente) identificando-se como uma entidade (um banco por exemplo), depois dã-lhe um link parecido com o do banco onde terá que meter os seus dados. Na verdade não será o página do banco, mas uma imitação da mesma, assim você estará a dar os seus dados que os ladrões poderão depois utilizar na página real do banco e aceder à sua conta. O mesmo procedimento aplicação a Facebook, ou qualquer serviço que pretendem roubar os seus dados de acesso.

Remoto: Especialmente com equipamentos electrónicos como Smartphones ou Tablets, deverá aprender e instalar aplicações que lhe dão acesso remoto ao equipamento, desta forma, de o seu equipamento for roubado poderá apagar à distância os seus dados e mesmo localizar o equipamento.

Responder: Não responda a mensagens suspeitas de pessoas que não conhece e não têm razão de o estar a contactar.

Router: Tenha o seu router protegido, utilize uma password complexa para impedir que outros consigam ter acesso à sua rede.

Spyware: É um virus, que não danifica directamente o seu computador, mas compromete a sua segurança. Spyware é uma programa que corre de forma automática sem o utilizador dar conta, mas que poderá estar a enviar dados do seu computador, passwors, links, logins, etc. Informação sensível que compromete a sua segurança. Deverá regularmente correr um anti-spyware no seu sistema, porque poderá estar infectado com este tipo de não se dá conta que está a ser executado.

Wi-Fi: Não se conecte a qualquer rede wi-fi que desconhece que esteja disponível, o administrador de uma rede que utilize pode conseguir desencriptar a informação que utiliza e ter acesso ás passwords e login que utilizou para aceder a um serviço.

YouTube: Opte por quem quer partilhar cada vídeo, se com o público, não listado ou privado, cada vídeo pode ter uma audiência diferente.


Todos os tópicos que ache úteis referir, por favor comunique em https://www.facebook.com/JomirifeMedia

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

iPad Air (2013 iPad Generation 5) tech specifications

Blog Post: iPad Air (2013 iPad Generation 5) tech specifications



iPad Air aka iPad Gen 5 Technical Specifications
Size, Weight, Color Height: 9.4 inches (240 mm)
Width: 6.6 inches (169.5 mm)
Depth: 0.29 inch (7.5 mm)
Weight: 1 pound (469 g)
Space Gray or Silver
Capacity and Price1 16GB $499
32GB $599
64GB $699
128GB $799
Display Retina display
9.7-inch (diagonal) LED-backlit Multi-Touch display with IPS technology
2048-by-1536 resolution at 264 pixels per inch (ppi)
Fingerprint-resistant oleophobic coating
Chip A7 chip with 64-bit architecture and M7 motion coprocessor
Wireless and Cellular Wi-Fi (802.11a/b/g/n); dual channel (2.4GHz and 5GHz) and MIMO
Bluetooth 4.0 technology
Cameras, Photos, and Video Recording FaceTime HD Camera
1.2MP photos
720p HD video
FaceTime video calling over Wi-Fi or cellular
Face detection
Backside illumination
Tap to control exposure for video or still images
Photo and video geotagging

Video Recording
1080p HD
video recording
Video stabilization
Face detection
Tap to focus
while recording
Backside illumination
3x video zoom
Power and Battery Built-in 32.4-watt-hour rechargeable lithium-polymer battery
Up to 10 hours of surfing the web on Wi-Fi, watching video, or listening to music
Charging via power adapter or USB to computer system
Input/Output 3.5-mm stereo headphone minijack
Built-in speaker
Microphone
3.5-mm stereo headphone minijack
Built-in speaker
Microphone
Nano-SIM card tray
Sensors Three-axis gyro
Accelerometer
Ambient light sensor
Location Wi-Fi
Digital compass
In the Box iPad Air
Lightning to USB Cable
USB Power Adapter

Video: Introducing iPad Air


Video: Life on iPad


Video: iPad Air TV Ad Pencil


Video: Apple Special Event. October 22, 2013 - Keynote 2013